sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A experiência de perder pela segunda vez a carteira!

Era hora do almoço do meu último dia de trabalho. Meu chefe sairia para comprar meu almoço e fui em busca de minha carteira na mochila. Apesar de não tê-la encontrado logo de início, desisti da busca porque o "boss"iria pagar o almoço de despedida.

À noite, percebi que realmente a tinha perdido. O estresse começou a tomar conta porque fiquei sem dinheiro e sem cartões. Como iria pegar tomar táxi para o aeroporto, pagar hotel em Johanesburgo e comer até chegar no Brasil? A primeira boa notícia é que pudemos sacar um valor pequeno no cartão da Rafa, assim, já não morreríamos de fome.

Na primeira vez que perdi a carteira aqui, foi dentro de um ônibus no caminho de casa. Ela caiu do bolso de uma bermuda que pretendo queimar quando chegar no Brasil. No dia seguinte, liguei para a empresa de transporte coletivo e uma moça simpática disse que minha carteira estava me esperando. A surpresa é que todos os meus cartões, documentos e até uma pequena quantia em espécie estávam intáctos.

Entretanto, na segunda vez não foi tão simples assim. Depois de longas buscas pela casa, carro e trabalho, procuramos a polícia para comunicar o extravio. Esperamos alguns minutos para sermos atendidos, mas um policial também simpático me pôs em uma ligação telefônica com um serviço de achados e perdidos da polícia de Sydney. A atendente foi muito paciente para tomar todas as informações possíveis a respeito de meus documentos e locais por onde andei. Ela consultou as informações no sistema e nada encontrou, como nós já esperávamos. Alguns minutos mais tarde, eu recebo uma chamada da mesma pessoa que me atendeu dizendo que a minha carteira tinha sido locallizada em um local onde costumo estacionar o carro (caiu do bolso da mesma bermuda) e que já estava no Departamento de Polícia de Maroubra para que eu pudesse recuperá-la.

Como nada é perfeito, o Departamento só irá abrir na segunda-feira, quando já estaremos no Brasil. Eles disseram que encaminharão meus pertences para o Brasil via correios e espero reavê-los em breve. Assim espero.

À propósito, a bermuda vai para o fogo!!

Richard.

Mergulho na Great Barrier Reef

Não tem como explicar a mistura de sentimentos que senti no dia do mergulho. Vencer o medo que eu tinha da água, aprender a respirar pela boca (o que falando parece fácil) e aprender todo o procedimento e ainda pensar no que nos esperava lá embaixo da água me fez quase desistir.
Senti uma pressão grande no peito, costas e nos ouvidos. Minhas pernas desceram bambas. Se não fosse o Richard me dando a mão todo tempo e o instrutor me passando a maior calma e segurança no olhar, acho que não teria ido! Mas isso tudo foi só até descer um pouquinho, depois já não queria mais subir!

Temos fotos de lá, temos um vídeo também, maravilhoso que não vou cansar de assistir. Estão com a Cecília que foi conosco, mas assim que chegar no Brasil darei um jeitinho de buscar pra mostrar a todo mundo!

Depois pela primeira vez na vida, também, fiz snorkeling. Ai que delícia, vontade de ficar muito lá. Os peixes se acham teus amigos, dão piruetas na frente dos teus olhos e chegam bem pertinho como se você fizesse parte do contexto.

Experiência incrível!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

 Saindo de Sydney...
 Chegando em Cairns!
 O caminho até Daintree
 Tudo de lindo
 As praias no caminho
 A mata ficando mais fechada
 O cuidado com animais na pista
 O nosso jardim do lado da casa
A banheira atrás de casa
 O dragon (não é mesmo feio? procurei a foto mais simpática)
 Desbravando a lagoa azul

 Nadando na lagoa azul com Richard rsrs
 Olhando os peixinhos vindo no pé
 Tudo de lindo 2
 Desconfiada pra ver se não via um crocodilo
 Dum Spiro Spero

Cachoeira em casa, o Richard voltou são e salvo e com lindas fotos!

Tem coisas que me fazem ficar entristecida. Porque tanta violência nesse mundo? Estamos aqui desacostumados de se cuidar, com carro, dinheiro, bolsas, casa etc. Tudo aberto, tudo tranquilo, quando recebo um e-mail de um amigo que falava sobre dicas da polícia para assaltos. Sobre novas estratégias usadas para se proteger. Isso sim é uma selva. Parece irreal o que vivemos aqui. A cada dia que passa me convenço que o povo brasileiro (isso me inclui, é claro) é tão inteligente, tão criativo. Porque não fazemos para o bem? Porque perdemos o respeito e amor ao próximo com tanta facilidade? Falta Deus.

Escrevo pra pensar, escrevo pra eu me ler!

Rafa

Estamos em Queensland - Austrália!

A casa é no meio do nada, mata fechada. No mesmo terreno tem uma cachoerinha no qual eu ainda não vi, por motivo de segurança própria rsrs faz poucos dias que foi visto uma cobra aqui, e na minha opinião queridos, onde tem uma tem mais! rssrrsr

Mas estamos na Austrália em Queensland em Deintree Forest, com calor de até quarenta graus, a humidade é tanta que ficamos parados suando, escutamos muitos animais lá fora. A casa tem que ficar fechada porque eles podem se alojar aqui dentro, disse a dona da "pousada". E eu que não vou me arriscar a dormir com rato, cobra ou até um bichinho bem assustador que é o dragon, um tipo de mini lagarto com uns chifres, me lembrava muito os filmes do Edi. Prefiro respeitar.

Mas não estou reclamando, mil vezes este calor que passar frio. (Falo por mim, não pelo Richard rsrs).

Em cinco minutos estamos das praias. Meu Deus, são realmente lindas. A água é tão quente que ainda não deu coragem de entrar. Tá, devo confessar que fomos avisados pelos moradores de tubarões e principalmente, dos muitos crocodilos quem tem! Tudo é deserto, e isso dá aquela sensação de paz e ao mesmo tempo um medinho que percorre a coluna vertebral. A água é tão transparente que não se explicar. Disseram que se andar uns cinco ou dez minutos para a esquerda, chegaríamos num lugar seguro pra nadar. Mas na mesma conversa falaram que era para a direita. Não quis perguntar mais uma vez. E muito menos calcular em quanto tempo o crocodilo levaria para alcançar meus dez minutos de passos.

Hoje conhecemos uma lugar chamado lagoa azul traduzindo (sem comparações com o filme) é um lago de uma cachoeira, ele é de um azul intenso e belo.

Estou aqui escrevendo, não temos contato de telefone, mas internet tem à cabo. A casa é dos sonhos, muita madeira, um deque lá fora pra obsevar a natureza com duas cadeiras de madeira pra se esticar. A cama é enorme, temos ventilador. A cozinha é também dos sonhos, pastilha vermelha na parede. Lá atrás tem uma banheira numa varanda, pra tomar banho observando o visual!

Mas meu coração tá inquieto e louquinho pra estar abraçadinho com vocês que amo tanto!

Está começando a escurecer e o Richard não voltou ainda da cachoerinha. Será que crio coragem de ir atrás dele? rsrs medo. Essas menininhas de cidade!

domingo, 27 de novembro de 2011

Cairns

Nosso passeio para Cairns está chegando. Uhmm não vejo a hora!
Estamos esperando a Cecília que vem de Floripa fazer este passeio junto, em férias. Estamos ansiosos, dizem que o lugar é um paraíso, águas transparentes, mergulho para ver a maior barreira de corais do mundo, sol, calor, e outras coisas que ainda vamos descobrir, mas, tenho que confessar que tenho um friozinho na barriga pelos crocodilos de água salgada, pelas piores águas vivas do mundo e claro, os tubarões, tudo isto em um só lugar rsrs. Mas estamos indo para lugar turístico, é tudo acompanhado e eu é que não vou me meter à boba, vou obedecer as regras como uma boa menina!
Teremos quatro dias lá, depois voltamos para os nossos últimos dias em Sydney.
Se não me engano embarcamos para lá dia 08/12 e retornamos dia 13/12.

Postaremos foto dessa delícia!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Tempinho mais ou menos!

Estamos a uma semana com um clima horroroso. Chuva, nublado e parece um tipo de neblina. Um horror, todo dia vou dormir na esperança de um dia seguinte com sol lindo.
Mas a previsão é chuva até domingo, e na semana que vem mais um pouco em alguns dias.
Aqui é muito, mas muito, úmido. O Richard apavorou quando viu a caixinha para absover humidade cheinha de água.
Ontem bateu uma saudade e não pude aguentar as lágrimas. As vezes chorar um pouquinho faz bem também! Foi o que o Richard me disse com uma cara de quem também queria chorar, mas ele é durão e não dá o braço torcer (risos).
Hoje já passou, sei que passará muito rápido (e está passando) o tempo aqui, estamos tentando aproveitar o máximo. Mas é invitável não sentir por aqueles que amamos. Me sinto tão diferente em alguns aspectos. Acho que realmente vamos voltar transformados desta experiência.

Viajar é uma bênção!